A PRIMEIRA POLÊMICA

Bastaram dois dias de treinos em Melbourne e alguns olhares atentos para que estivesse criada a primeira polêmica do Mundial de Fórmula 1’2011. Nem Sebastian Vettel, nem Mark Webber acionaram o Kers durante suas voltas rápidas na qualificação, ainda assim conseguindo (no caso do alemão) uma distância abissal para o mais próximo dos adversários, no caso Lewis Hamilton. Logo alguém levantou a lebre: e se o sistema usado pela Red Bull fosse projetado para atuar apenas nas largadas – seria mais simples, leve e confiável? Não é uma teoria maluca já que é fato que, há algum tempo, os carros do touro vermelho são os mais rápidos nas curvas. Como na reta dos boxes um eventual rival contará com a vantagem da asa móvel (o DRS dos gráficos oficiais da F-1), dificilmente o Kers ajudaria de alguma coisa na tentativa de evitar uma ultrapassagem. E, ao que tudo indica, o RB7 é um dos mais gentis com os pneus, o que, ao menos por enquanto, dará poucas chances aos demais times. Faz sentido, e o diretor geral Christian Horner põe lenha na fogueira ao dizer que não vai revelar o segredo. “Durante a corrida vocês verão se nossos pilotos acionarão o Kers ou não”, afirmou. Nada que vá contra o regulamento, ao que parece, mas já serviu para esquentar os bastidores…

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