Autódromo internacional em Minas – parte 4

Estas imagens com certeza você não viu em outro lugar, a não ser que more em Curvelo ou adjacências: trata-se de detalhes do terreno de dois milhões de metros quadrados (para falar num português claro, daria para fazer dois ovais como o de Indianápolis e ainda sobraria espaço) reservado ao Autódromo Internacional de Curvelo, projeto que o blog revelou e apoia com todas as forças. A ideia dos responsáveis pela empreitada é levar dirigentes, pilotos, especialistas e empresários ao local, para colher sugestões e aumentar a rede de apoiadores que fará o sonho se tornar realidade. Só então haverá o desenho do traçado, das instalações e da estrutura que cercará o complexo…

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Zona de recuperação de energia. Manja?

A.C.O./divulgação

Novos tempos no automobilismo. Se as zonas de ativação do DRS, a asa traseira móvel, já fazem parte do vocabulário moderno das pistas (na F-1), a chegada dos sistemas de recuperação de energia às provas de longa duração trouxe desafios no mínimo insólitos. Caso o leitor não se lembre, as 24h de Le Mans deste ano serão marcadas pelo duelo entre o Audi R18 e-Tron Quattro e o Toyota TS030, ambos com volantes de inércia capazes de acumular o calor dissipado nas frenagens, convertê-lo em potência extra e devolvê-lo às rodas. No caso da máquina alemã, o eixo escolhido foi o dianteiro, o que a converte, ainda que por momentos, num 4×4 (daí o sobrenome pomposo e tradicional). Os japoneses preferiram mandar mais força às rodas traseiras mesmo.

Pois domingo será dia de treinos extraoficiais nos mais de 13 quilômetros do circuito completo da Sarthe (que inclui trechos de estrada) e o Automobile Club d’Ouest (ACO), organizador da maratona e do Mundial de Endurance resolveu criar regras para disciplinar os híbridos. Imaginava-se que, a exemplo do que ocorre na F-1, o KERS versão endurance pudesse se recarregar em toda e qualquer freada. Não será bem assim. O calor dos freios só poderá ser acumulado nos pontos identificados da foto. Sim, são as freadas mais fortes da pista, com certeza, mas a decisão obrigará os times a mexer em seus equipamentos, o que poderá ter efeitos na corrida. É esperar para ver. Ademais, só por curiosidade, entre os inscritos para os treinos (não para a corrida, já que o foco de ambos está em 2013), estão o octacampeão mundial de rali Sebastien Loeb e o goleiro campeão do mundo com a França na Copa de 1998, Fabien Barthez.

Carrera… rumo ao alto

Os leitores constantes do blog se lembram dos posts sobre a Pikes Peak, a subida de montanha rumo ao ponto mais alto alcançável por um carro no continente (os 4.300m do pico que dá nome à prova), no Colorado. Até ano passado o grande desafio era quebrar a barreira histórica dos 10 minutos, o que finalmente foi feito pelo japonês Nobuhiro Tajima, o Monster, com um protótipo Suzuki de quase 1.000cv escondidos em um chassi tubular com carroceria de jipe. Era de se esperar, considerando que o progresso tem feito das suas e, a cada ano, o trecho em piso de terra fica cada vez menor.

Mas nem isso foi capaz de diminuir o fascínio e o carisma de um evento com o regulamento bastante simples, especialmente na categoria Open. Se responde às exigências de segurança, pode correr, nada mais do que isso. Qualquer tipo de propulsão, número de rodas, tração, peso, posição de pilotagem, cada um que escolha sua arma.

E quando os novos tempos apontam para um capítulo inédito numa história que completará 90 anos em 8 de julho – a Mitsubishi quer vencer o desafio com um modelo movido a eletricidade e Tajima também prepara algo do gênero, um dos pilotos mais versáteis do automobilismo mundial escolheu um carro mais do que conhecido. Campeão das 24h de Le Mans, Spa-Francorchamps e Nurburgring, com bom passado nas categorias de fórmula e uma paixão imensa pelos ralis, o francês Romain Dumas é daqueles que joga nas 11. E vai encarar as 156 curvas com um Porsche 911 GT3RS que recebeu dois turbos e uma repaginada na mecânica. Considerando-se o patrocinador principal, logo aparece uma miniatura caprichada em escala 1:43, e pode pintar mais uma façanha para o currículo do piloto de Alés…

Ecos do tapete vermelho – Coluna Sexta Marcha

Aí está a coluna Sexta Marcha sobre o GP de Mônaco, o tal que entrou para a história por conta dos cinco anteriores, com a vitória de Mark Webber, o sexto elemento. Considerando-se que o Canadá também é pródigo em surpresas e imaginando que Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen ainda não ocuparam o alto do pódio este ano (imaginar Felipe Massa e Romain Grosjean por enquanto seria uma zebra a la Maldonado), não é de se excluir um sétimo vencedor diferente. Se vale um sinal de equilíbrio, fui aos meus guardados e descobri que, depois dos seis primeiros GPs de 2011, Sebastian Vettel somava pouco modestos 143 pontos, a se comparar com os 76 de Fernando Alonso. Precisa dizer mais?

Ecos do tapete vermelho

Vamos combinar: GP de Mônaco não devia ser disputado no asfalto, mas

num tapete vermelho, nem tanto pela presença constante das estrelas do

entretenimento, que aproveitam a proximidade do Festival de Cannes (ou

mesmo descem de seus apartamentos para acompanhar o buchicho, mas

porque se trata de uma prova especial, qualquer que seja o desfecho, qual-

quer que seja a época. É estranho, mas fazer bonito nos 3.340m encravados

no Principado, por sua vez encravado numa colina dos Alpes Marítimos, é a

antítese da velocidade. Não se ganha acelerando mais, mas freando menos.

Não é o caso de percorrer cada trecho o mais rápido, e sim o menos devagar

possível. Um ciclista bem preparado e que aproveite o embalo da descida da

Mirabeau pode fazer a curva do Loews mais rápido do que as máquinas do

circo, sem qualquer exagero.

E se, como uma vez disse um tricampeão, andar em Mônaco é acelerar

uma moto na banheira de casa, pode ser chato para muitos dos que estão ao

volante, mas é um teste tão ou mais desafiador do que encarar monstros

sagrados como Spa-Francorchamps e sua Eau Rouge, ou Suzuka e a 130R.

Porque ser veloz na terra dos príncipes e princesas exige um senso de cálcu-

lo e posicionamento perfeito. Um fio de cabelo a mais e o choque com as

barreiras de proteção é inevitável. Um fio de cabelo a mais e a sombra de

quem vai à frente desaparece a passos largos.

É preciso acreditar, agredir as zebras e as curvas, mirar por entre as lâmi-

nas acreditando que o espaço é o suficiente para percorrer mais um trecho,

e assim por 78 voltas. Tem quem se impressione ao ver que um piloto de F-

1 é capaz de tirar as mãos do volante a 300km/h e “descansar” num retão, dar

folga à concentração total por um décimo de segundo que seja. Em Mônaco

simplesmente não há como. São 110% de foco, empenho, confiança, da

largada à bandeirada.

Pois há pilotos que parecem talhados para as exigências de Mônaco. Mark

Webber é um deles, e não apenas nos tempos de Red Bull. Foi terceiro em

2005 com a Williams BMW, largou em segundo no ano seguinte com uma

antediluviana Williams Cosworth e teria vencido não fosse o problema

mecânico na subida da Sainte-Devote. Em 2010, as contas com o destino

acertadas com juros e correção e um posto no centro do pódio (que por

aquelas bandas, por deferência aos Grimaldi, não tem degrau). Depois de

uma temporada apagada, salva pela vitória mambembe em Interlagos, eis

que o nativo de Queanbeyan aproveitou a oportunidade e não cometeu

erros, por mais pressão que recebesse. Como ele mesmo comentou, o

merecimento para largar na pole era de Michael Schumacher, mas, eu com-

pleto, ninguém manda o usar o carro alheio como ponto de freada. De que-

bra, entrou para a história por linhas tortas, ao ser o protagonista da sexta

vitória distinta em igual número de GPs, marca inédita em 63 anos do

Mundial.

A bem da verdade, as 1h46min06min557 (isso o tempo gasto por Webber,

os outros levaram um pouco mais) não foram um primor de emoção.

Considerando-se que a estratégia seria a mesma para a grande maioria, e

que por vezes a diferença de performance era tal que permitia algum

ataque, o grupinho dos seis primeiros foi bastante tímido. Sim, passar em

Mônaco é tarefa sennística, ou schumacherística (perdão pelos neologis-

mos), mas que dá, dá. Pelo menos uma tentativazinha, mostrar o bico que

fosse. No pelotão do apetite intermediário a coisa foi bem mais animada.

Felipe Massa me deixou com a pulga atrás da orelha: teria ele trocado de

posição com o irmão gêmeo que andava comandando seu carro (como

gosta de alardear o capo ferrarista Luca di Montezemolo)? Ou será que o

gêmeo aprendeu como se faz? Pelo menos estamos evoluindo, tomara que

não seja tarde.

Dúvida

Por último, uma pergunta a quem de direito da Vênus Platinada, que

exibe as imagens da F-1 por estas bandas: precisava esperar 40 anos para

mostrar algo mais do que o durante? Se já havia repórter, cinegrafista e reta-

guarda que permitiam desvendar os bastidores, acrescentar informação,

por que só agora? Bela iniciativa, mas o complicado vai ser sair da mesmice

quando não houver mais do que os personagens de sempre, e todos os

motorhomes tiverem sido mostrados, especialmente em paragens como

Hungria e Abu Dhabi. Enfim… que venha o Canadá.

Eu era assim… e posso ficar assim…

Há exato meio século, um grupo de apaixonados comandado por Jean Redelé revelou ao mundo um carro que pode não ter sido o esportivo mais famoso, mas ganhou fronteiras e se transformou em mito – não é da minha época, mas as Berlinetas Interlagos fizeram história nas pistas brasileiras sob o comando da equipe Willys. O Alpine A110 venceu os mais prestigiosos ralis do calendário internacional e, como os franceses afirmam, sem exagero, comandar um é como “viver uma religião”. O ex-piloto de Fórmula 1 Erik Comas, de tão apaixonado, montou uma oficina de restauração e alinha vários deles nas provas históricas e de regularidade ao longo da Europa.

Pois a data não passou em branco e a Renault, que assumiu a pequena marca de esportivos de Dieppe, assegurando sua sobrevida (embora tenha tirado as Alpines de sua lista de produtos), resolveu marcar a data com uma “provocação”. Como seria um modelo 2012 inspirado na A110? Com um time de consultores capitaneado por Alain Prost e Jean Ragnotti, a marca do losango pegou um chassi tubular do Megane Trophy, montou um motor V6 de 3.500cc (o mesmo usado pelos esportivos da Nissan) e, por enquanto em exemplar único, criou o conceito A110-50. Que ontem ganhou as ruas do principado de Mônaco pilotado pelo português Carlos Tavares, presidente da Renault. Ficou bonito, e bem, que poderia ganhar uma encarnação nas pistas e estradas do mundo. Quem sabe…

Chocolate e Fórmula 1

Em meio às discussões envolvendo o futuro do negócio F-1 – o grupo de investimentos CVC, que detém o controle da categoria, vendeu 20% de seu pedaço no bolo e, com Bernie Ecclestone, avalia a possibilidade de abrir o capital da categoria com a venda de ações na Bolsa de Cingapura – a categoria tem um novo “presidente”, se é que é possível traduzir assim o posto de chairman. Peter Brabeck, austríaco que era o principal executivo da Nestlé, vai assumir o posto. Que fique bem claro que sua capacidade de decisão dependerá sempre de Bernie e do CVC e ele será um homem dos bastidores. Ainda não o esperado substituto para Mr.E, aquele que terá a árdua missão de dar continuidade ao trabalho do vendedor de carros usados que construiu a principal categoria do automobilismo mundial tal como é hoje…

Agendinha antecipada…

Coisas de um fim de semana especial para o automobilismo, com GP de Mônaco, 500 Milhas de Indianápolis e Nascar em Charlotte (a Coca-Cola 600): a agenda da velocidade na TV chega um dia antes, porque a sexta-feira já tem corrida, nas ruas do principado. E olha que as atrações não são apenas as mais badaladas. Tem prova que não acaba mais, para a felicidade geral da nação sobre rodas…

Sexta-feira (25)

5h30    GP2: etapa de Mônaco                                                           Sportv

Sábado

5h       Fórmula 1: GP de Mônaco (terceiro treino livre)                       Sportv

9h       Fórmula 1: GP de Mônaco (treino oficial)                                 Globo

11h     GP2: etapa de Mônaco                                                            Sportv2

15h50 Nascar Nationwide (etapa de Charlotte)                                   Fox Sports

Domingo

6h      Renault World Series (etapa de Mônaco)                                  Band Sports

9h      Fórmula 1: GP de Mônaco (corrida)                                         Globo

11h    Brasileiro de GT/Mercedes Grand Challenge (etapa de Curitiba) Rede TV

12h    Brasileiro de Grã-Turismo (etapa de Curitiba)                            Sportv

13h    500 Milhas de Indianápolis                                                        Band/Band Sports

19h   Nascar Sprint Cup (etapa de Charlotte)                                      Fox Sports

Autódromo internacional em Minas – parte 3 (os detalhes)

Publicada na versão impressa do Estado de Minas, reproduzida no blog. Aqui estão os detalhes do projeto que se propõe, com boas perspectivas, a criar o primeiro autódromo internacional de Minas, em Curvelo, a 170 quilômetros de Belo Horizonte. O leitor vai notar que a postura é bastante cautelosa e de pés no chão, para que as coisas saiam efetivamente do papel – e o valor para a primeira fase das obras é bastante razoável diante do que se anda falando por aí em tempos de Copa e Olimpíada. Tudo está sendo feito da melhor maneira possível para que o que hoje é um grande pedaço de terra às margens da BR-135 se torne um centro de emoção e velocidade. O blog apoia, torce e se propõe a dar notícias assim que elas vierem – diante de perspectivas tão positivas, parece difícil alguém não acreditar e plantar para colher os frutos à frente. Complicado constatar que, em pleno momento econômico positivo, não dispomos de uma arena capaz de receber provas da Moto GP ou das Superbikes (Interlagos tem uma série de limitações para as duas rodas…)

Sonho para

sair do papel

Rodrigo Gini

    “Se nós juntássemos todas as pedras fundamentais de lançamentos de

autódromo em Minas, já teríamos construído a pista”. A frase é de um dos

mais destacados pilotos do estado, Toninho da Matta, e espelha a dificul-

dade para tirar do papel os vários projetos e dotar o esporte mineiro de um

espaço apto a receber categorias internacionais e à altura da tradição de nos-

sos representantes em categorias nacionais e internacionais. Não faltaram

circuitos de primeiro mundo, instalações de cair o queixo, com um proble-

ma: nunca deixaram as telas dos computadores para se tornar realidade.

    Um cenário que pode mudar graças a um grupo de aficionados que apren-

deu com os erros do passado e pretende ocupar uma lacuna que hoje não é

apenas regional. Falta, no Brasil, um complexo com homologação das feder-

ações internacionais de Automobilismo (FIA) e Motociclismo (FIM), em

condições de receber provas das Superbikes, da Moto GP e que seja alterna-

tiva a Interlagos.

    Sem grande publicidade, mas um intenso trabalho de bastidores que

inclui o estudo dos projetos de circuitos como Sakhir, no Barein, Portimão,

em Portugal, Buddh, na Índia e Dubai, os integrantes do Moto Clube 273

identificaram em Curvelo, região Central do estado, a 170 quilômetros de

Belo Horizonte, o local ideal para a construção de um empreendimento do

gênero e as condições adequadas para tirá-lo do papel: um terreno de dois

milhões de metros quadrados (o dobro da área do oval de Indianápolis), no quilômetro 608 da BR-135, que liga a capital a Montes Claros e à Bahia. Uma pro-

priedade particular (de um empresário interessado em participar da inicia-

tiva) que respeita todo o tipo de exigência ambiental e permite sonhar

longe, já que acolheria, sem dificuldades, um circuito misto, um oval, pistas

de kart e motocross, além de um polo industrial, hoteis, condomínio, arena

para shows e exposições e mesmo quadras esportivas, escolas e hospitais.

     Aí reside o grande diferencial do projeto em relação aos anteriores: se não

faltam ideias para dotar a região de um espaço único no país, a ideia é

começar de forma modesta e proporcionar um efeito “bola de neve”, com as

etapas se sucedendo e novos investidores e parceiros se agregando. De acor-

do com os primeiros estudos, bastariam R$ 15 milhões (pouco mais de 10%

do que foi gasto na reformulação do Estádio Independência, por exemplo)

para ter o circuito misto em condição de receber corridas e uma pista de

motocross também homologada. Uma estrutura que poderia ser aproveita-

da também com cursos de pilotagem e eventos de montadoras.

     Como todos as precauções estão sendo tomadas para que o projeto se

concretize, ainda não há um traçado desenhado, mas até neste aspecto a ini-

ciativa traz uma inovação. A ideia é ouvir opiniões de pilotos e ex-pilotos –

um grupo deles, entre os quais Rafa Matos, Clemente Jr. e o campeão de

motocross Jorge Balbi Jr. deve visitar o terreno sexta-feira para opinar e sug-

erir. A missão de dar formas ao sonho será do arquiteto Humberto

Anastasia, apaixonado por automobilismo, respeitando os cadernos de

encargos da FIA e da FIM.

Protocolo

     “Há uma grande demanda por um empreendimento do gênero em Minas

e Curvelo acolheu a ideia de braços abertos. O único obstáculo ao sucesso da

iniciativa seria a economia brasileira entrar em um momento negativo a

médio prazo, algo bastante improvável, já que o país é a bola da vez no

cenário internacional. Procuramos estudar o que se fez de melhor pelo

mundo, temos uma localização geográfica privilegiada e um terreno que

nos permite trabalhar sem restrições e expandir o complexo o quanto quis-

ermos. Mesmo sem divulgá-lo oficialmente, fomos procurados por várias

empresas e investidores que enxergaram o potencial e querem conversar.

   

    Agora que os primeiros passos foram dados, a tendência é o interesse se

multiplicar e rapidamente as etapas se sucederem”, explica o presidente do

Moto Clube 273, Flávio Bergmann, que agrega sua experiência na assessoria

de imprensa e cobertura dos principais campeonatos brasileiros sobre duas

e quatro rodas.

     Na sexta-feira ele assinou um protocolo de intenções com a prefeitura,

que se compromete a incentivar e dar sua chancela ao projeto, com impacto

estimado em 500 mil pessoas da cidade e dos municípios do entorno. As ver-

bas públicas diretas, no entanto, serão minoria no financiamento das obras,

já que o Moto Clube se valerá da Lei Federal de Incentivo ao Esporte para

captar recursos. “Não queremos que o poder público gaste um centavo, mas

conceda incentivos fiscais ao empreendimento e às empresas que aqui se

instalarem, além de colaborar dentro de suas possibilidades”.

Autódromo internacional em Minas – parte 2

Lembram-se do post abaixo?

http://www.dzai.com.br/gini/blog/sextamarcha?tv_pos_id=103740

Pois é, então fiquem de olho na edição impressa do Estado de Minas de amanhã, que eu trago detalhes, imagens e o andamento do projeto. Que está começando mineiramente, passo por passo, e por isso tem grandes chances de finalmente vingar. As condições estão reunidas para Minas ganhar uma pista padrão FIA/FIM e o Brasil ter uma alternativa para Interlagos, traçado sensacional, mas não tão adequado para as provas sobre duas rodas. E o que parece um sonho pode se transformar em realidade, como conta a matéria…