Quando o verde metálico é a grande diferença…

No post abaixo eu falo da Marussia, a única que resolveu romper com o passado recente e apostar em soluções novas diante do fiasco das primeiras temporadas. Agora é a vez da Caterham, a que deveria estar cutucando Toro Rosso, Williams e Force India, mas penou para tomar da armada russa o décimo posto no Mundial de Construtores, embora com motor Renault e caixa de câmbio e hidráulica da Red Bull. Tony Fernandes não vive em céu de brigadeiro, apesar do sucesso de sua administração na fábrica de pequenos esportivos inspirados no Lotus Super Seven – basta ver a temporada vexatória do Queen’s Park Rangers, clube da Premier League comprado de… Bernie Ecclestone e Flavio Briatore. Tanto assim que ele abriu mão da experiência de Heikki Kovalainen, do trabalho honesto de Vitaly Petrov e entregou os rumos do time a dois novatos, Charles Pic (tá certo, tem um ano de Marussia nas costas) e Giedo van der Garde. A marca da Air Asia, de Fernandes, está minúscula, e a da Caterham sequer aparece, a não ser na ponta do bico. O grande mérito do time foi ter encostado Mike Gascoyne para coordenar a produção dos modelos de rua – apesar do status de popstar e dos salários astronômicos, há muito ele não desenvolve nada que preste. É preferível evitar discursos otimistas e trabalhar em silêncio, para enfim tentar colher algum fruto. Mas que alguém com mais tarimba no volante seria fundamental, isso seria…

                Caterham F-1 Team/divulgação

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