Feriado? Não nas pistas…

Sim, nada de descanso no asfalto ou na terra, nas trilhas do Mundial de Rali ou no desafio da Indy, que volta aos circuitos mistos com direito a rodada dupla. A bem da verdade o fim de semana não está nem um pouco econômico em termos de emoções pelos quatro cantos do mundo da velocidade, sobre duas ou quatro rodas. Estamos ainda em tempos de início de categorias, como o Brasileiro de Turismo, que chega para fazer o papel que já foi da Copa Montana, da Stock Light e de tantos outros nomes para a mesma competição. A Stock norte-americana encara a “Milha Monstro” de Dover, sem contar o DTM, o Europeu de F-3, Auto GP, Grand-Am, Renault World Series… Olha o tamanho da lista…

Nacional

Brasileiro de Stock Car: quinta etapa (Brasília)

Brasileiro de Turismo: primeira etapa (Brasília)

Internacional

Mundial de Rali: sétima etapa – Rali Acrópole (GRE)

Mundial de Moto GP: sexta etapa – GP da Itália (Mugello)

F-Indy: sexta etapa (Detroit Double, com corridas no sábado e no domingo)

Grand-Am: quinta etapa (Detroit)

DTM: terceira etapa (Red Bull Racing-AUT)

Europeu de F-3: quinta etapa (Red Bull Ring-AUT)

Europeu de F-Renault: segunda etapa (Spa-Francorchamps)

Renault 3.5 World Series: quarta etapa (Spa-Francorchamps)

Blancpain Endurance Series: segunda etapa (Silverstone)

Nascar Sprint Cup: 13ª etapa (Dover)

Nascar Nationwide Series: 11ª etapa (Dover)

Nascar Camping Truck Series: sexta etapa (Dover)

Auto GP: quarta etapa (Silverstone)

GT Open: terceira etapa (Nurburgring)

Open F-3: terceira etapa (Nurburgring)

Para lotar o grid…

O blog também tem seu serviço de utilidade pública e reproduz a promoção feita pelos organizadores do Brasileiro de Rali para atrair novas duplas que se juntem às mais de 30 esperadas para a terceira etapa da temporada, o tradicionalíssimo Rali de Ouro Branco, dias 15 e 16 de junho. Em caráter excepcional, as inscrições para pilotos e navegadores de Minas e São Paulo, bem como de carros de outros estados que queiram participar especificamente da prova, custarão R$ 500 e estarão abertas, além das classes oficiais: 4×4, 4×2 Super, 207 e 4×2, os carros da cross-country também poderão participar da festa. Maiores informações nos sites da Federação Mineira de Automobilismo, o http://www.fma.com.br ou da própria competição, o http://www.rallybr.com.br.

Aliás, eu conheço um certo Rodrigo Gini que está batalhando até dizer chega para correr na capital mineira do rali… Eu dou notícias…

Imagem histórica, e para refletir…

Calma, calma, ninguém quer voltar a carga de boatos e rumores sobre o futuro de Felipe Massa na Ferrari, mesmo porque ele tem feito sua parte na temporada, bem mais do que em 2012, e há a limitação do equipamento, como em Mônaco (problema na suspensão). Mas a imagem do post não deixa de ser emblemática. Trata-se, antes de mais nada, do primeiro teste de um piloto japonês no comando de uma máquina de F-1 produzida em Maranello. A Scuderia se valeu de técnicos nipônicos nos últimos anos – Osamu Goto, o ex-mago dos motores da Honda nos tempos saudosos de Ayrton Senna e Nelson Piquet trabalhou em Maranello, assim como trabalha Hirohide Hamashima, cooptado à Bridgestone para compreender o funcionamento dos pneus da Pirelli. Mas nunca um filho da terra do Sol Nascente havia entrado no cockpit. Coube a Kamui-San a honra, em Fiorano, ao lado da fábrica, com um F10, de 2010. Despejado da Sauber apesar da ótima temporada, longe da reputação de cavalo selvagem e cada vez mais próximo do campeão europeu de F-Renault, ele teria vaga mais que merecida em qualquer time médio ou grande do circo, além de custar pouco em relação aos tops. Tomara que volte em 2014, mas tomara que não seja, desde já, com o cavalinho empinado no peito. Só nas costas, no motor…

O blog está bom de chute…

Não me arrisco a dizer que acertaria as dezenas da Mega-Sena acumulada, mas reproduzo as palavras do post publicado em 27 de março, com o título “E se, parte II”, com alguns exercícios de adivinhação sobre o futuro de equipes, fornecedores de motor e suas parcerias a partir de 2014. Ok, McLaren e Honda deram as mãos (a partir de 2015), a Force India segue com a Mercedes, a Toro Rosso se bandeou para a Renault e a Marussia está muito próxima do acordo com a Ferrari. Mas o palpite da dobradinha Williams/Mercedes está confirmadíssimo. Lógico que o fato de Torgen Christian (Toto) Wolff ser acionista de ambas pesou, e muito, e os V6 de Stuttgart sairão mais baratos que os de Viry-Chatillon. Não me parece, no entanto, suficiente para resolver os problemas e limitações de um time de passado glorioso, mas que andou para trás – tentou Toyota, Cosworth, Renault e venceu ano passado na Espanha quase por acidente…

Depois de especular um possível acordo da Honda com a Marussia para pavimentar o caminho de volta da marca japonesa ao circo da F-1 – a equipe é parceira da McLaren e tudo indica que a parceria de sucesso dos tempos de Senna e Prost será refeita a partir de 2015 – o blog prossegue o raciocínio e vai mais longe. Consideremos que a Force India deve herdar os motores Ferrari que a Toro Rosso está próxima de dispensar, vai sobrar um suprimento dos novos V6 Mercedes 1.600 turbo (aliás, os alemães foram os primeiros a revelar seu propulsor).

Juntando alhos com bugalhos e considerando que o principal dirigente do motorsport da Mercedes é hoje Toto Wolff, acionista da Williams, não será de se estranhar uma inédita parceria Williams/Mercedes a partir do ano que vem. Os alemães querem ter um time competitivo para pressionar as Flechas de Prata e justificar o pesado investimento em desenvolvimento, e podem fazer um preço político para Sir Frank, que nem de longe tem a capacidade de gastar dinheiro dos anos dourados. Mais um delírio? Esperemos o desenrolar dos acontecimentos para saber se este que vos escreve está bom de chute ou não…

Teste secreto? Sei não… pegou mal…

Esqueçamos o resultado do GP de Mônaco e qualquer influência que ter completado 1.000 quilômetros com um carro 2013 e todo o suporte da fabricante de pneus em Barcelona possam ter representado. Desde o momento em que foi confirmada fornecedora única para o Mundial de F-1, a Pirelli demonstrava uma preocupação até exagerada com o equilíbrio e a competitividade, para não dar espaço a críticas de qualquer espécie. Comprou um carro antigo da Toyota (então já fora do circo) e montou um time próprio de testes. Como era um modelo defasado em relação aos atuais, sem Kers, asa traseira móvel, a solução foi apelar para outro carro: o Renault R30, última máquina do time de Enstone antes de se tornar definitivamente Lotus. Na época, houve algumas reclamações, um ou outro sinal de desaprovação, mas ficou claro que era a forma mais justa de desenvolver os novos produtos. E todo teste era estritamente controlado pelos times ou pela FIA. Cada exibição, como a de Felipe Massa nas ruas do Rio, é feita com pneus duros como pedra, específicos para este tipo de situação.

O discurso se mantinha ao longo das temporadas: poderia haver o recurso a algum dos 11 times com um carro novo, desde que todos fossem informados, consultados e dessem seu OK, o que parecia improvável. Tão improvável que, passado o GP da Espanha, e bastante tempo depois, descobriu-se que a Mercedes, sabe-se lá a razão, foi a ungida para avaliar as mudanças pedidas pelas adversárias diante dos pneus-muçarela, como bem chama a imprensa italiana.

Ora, onde fabricante de pneus e time estavam com a cabeça ao imaginar que não seriam desmascarados? Até me impressiona que ninguém tivesse notado a movimentação antes pelos lados de Montmeló. E se fosse um trabalho despretensioso e com contornos de justiça, seria executado por pilotos de teste, não por Nico Rosberg e Lewis Hamilton, que ganharam a chance de brincar por dois dias enquanto todos os adversários se limitavam aos simuladores.

Felizmente o episódio veio à tona e vai parar no Tribunal Internacional de Apelação da FIA. Exclusão do Mundial sinceramente eu não acredito, mas que vem uma pesada multa, com certeza, e pode ser que Bernie Ecclestone aproveite a desculpa para passar a régua na Pirelli e negociar com uma substituta. A justificativa adotada é de que o teste foi oferecido a todas as outras escuderias, mas apenas a de Ross Brawn (do difusor duplo e de outras manobras eticamente condenáveis) aceitou. Claro que as rivais vão dizer que não fazem a menor ideia do que se tratava, tanto assim que a Ferrari já gritou em Mônaco. O ideal seria dar fim à hipocrisia, marcar uma meia-dúzia de testes abertos a todos durante o ano e acabar com a guerra de bastidores que não leva a lugar algum. E tomara que uma das Flechas de Prata não se torne campeã mundial (nada contra a marca, a equipe ou os pilotos, que fique bem claro…), ou a temporada será mais uma marcada por uma polêmica absurda…

Filho de Kejo, Nico é (Coluna Sexta Marcha)

Uma pista sem meios-termos. Do charme da família real às prosaicas vassouras usadas para limpar os detritos no asfalto; da menor velocidade dos carros em qualquer ponto das 19 etapas do campeonato (na curva do Loews, o grampo em descida a caminho do túnel) aos inacreditáveis 275 km/h da freada na chicane do porto, onde as principais retas são curvas e não há mais do que três segundos consecutivos para que os pilotos possam “descansar” enquanto administram as 50 mudanças de marchas e os mais de 20 botões no volante – regula-se regime de rotação do motor, balanço dos freios, barras de torção, torque, e ainda é necessário ser fiel às orientações via rádio e ter sensibilidade para ser “seis décimos mais rápido”, ou “quatro décimos mais lento”, como se isso fosse fácil, natural.

Para esses 22 homens magníficos e suas máquinas voadoras (sim, peguei emprestado o título do filme) é sim, tudo natural, quase fácil. E estamos falando de mudanças de direção intermináveis em meio aos onipresentes guard-rails, de zebras que atiram os carros à frente, de margens de erro próximas de zero. Aliás, para quase todos, já que alguns não conseguem ser tão brilhantes na arte de acelerar em Mônaco, onde erros de presunção, cálculo ou mesmo de timing são pagos cash, na hora, sem choro nem vela.

Seria mesmo uma heresia pensar em retirar o GP mais glamouroso do ano do calendário apesar de os 3.340m serem cada vez menores para tanta tecnologia, evolução, aderência aerodinâmica. E não por conta dos atores, atrizes, Loebs e Rossis que sempre marcam presença; dos iates gigantescos e das festas principescas. Mas porque não haveria senso em se acelerar em paragens como o Barein ou Cingapura (nada contra os países, só contra os circuitos) e deixar de fora um traçado em que o maior barato é ser o menos devagar, não o mais rápido. Piloto que é bom tem de mostrar serviço em Mônaco, Melbourne, Interlagos, Spa-Francorchamps, Silverstone, Nurburgring e Suzuka, vestibulares diferentes, mas igualmente reveladores do talento e da eficiência do equipamento.

E eu não iria tão longe a ponto de dizer que esta é a geração mais completa da história do circo, mas ver num mesmo pelotão Vettel, Hamilton, Alonso, Raikkonen, Button e os “sem-título” Rosberg, Webber, Sutil e Perez deu gosto. Dizer que não era o fim de semana da Ferrari é garoar no molhado do treino de sábado – os dois acidentes de Felipe Massa deixam várias pulgas atrás da orelha, pela semelhança, por algumas imagens da TV italiana (que mostravam no sábado as duas rodas dianteiras esterçadas em graus diferentes, como se algo estivesse quebrado). Pode ser apenas uma questão de acerto, de regulagens de suspensão, de altura do carro em relação ao solo, mas pode também não ser – e na corrida não foi. E o sétimo lugar do asturiano com o carro que vinha sendo o melhor em ritmo de corrida não foi bom sinal para quem sonha com o título. Em meio às polêmicas, acusações mútuas e tiroteio contra os pneus, lá se vai Sebastian Vettel sorrateiramente na frente. E uma Mercedes que muitos diziam fadada a aguardar pelo menos uma temporada para virar carro de ponta, graças ao trabalho de Lewis Hamilton, brilhando com Nico Rosberg, o filho de Kejo, ou Keke, como ficou mais conhecido. Ninguém consegue três poles e uma vitória (este ano) impunemente.

Se Mônaco é a pista de extremos, ela consagrou lendas como Ayrton Senna, Graham Hill e Michael Schumacher; mas também pilotos de uma só corrida, como Jean-Pierre Beltoise, Jarno Trulli e Olivier Panis. Rosberg Júnior não está em nenhum dos opostos, mas muito bem colocado no meio do caminho. Como o Canadá é tradicionalmente palco de GPs emocionantes, que venha Montreal então…

Carona

Já que falei em Loeb e Senna, pego carona pra fazer um marketing pessoal que tem a ver com ambos. Quem acompanha a coluna e o blog há mais tempo sabe que este que escreve encarou o desafio de ser piloto de rali, sem qualquer pretensão de ser um Loeb, claro, mas disposto a viver sensações semelhantes. E depois de uma pausa, estou aquecendo os motores para o retorno, com um apoio muito especial: o do representante brasileiro da OMP, a tradicionalíssima fábrica italiana que equipava o saudoso tricampeão. Se fosse apenas pela qualidade de macacão, sapatilha, luvas, bancos e cintos, sua majestade Loeb que se cuidasse. Não vou tão rápido, mas igualmente seguro e protegido. Valeu…

500 Milhas de Indianápolis: a TK o que agora é de TK

O jejum nem era tão grande assim (2009) e, se tem uma prova de que o torcedor brasileiro não pode reclamar nas últimas décadas são as 500 Milhas de Indianápolis. Pensa só: em Mônaco se vão exatas duas décadas de jejum e só desde então, no oval famoso do mundo Hélio Castroneves escalou as grades três vezes e Gil de Ferran uma, sem contar as poles de Helinho, Bruno Junqueira e Tony Kanaan, todos com voltas lideradas. Da turma, apenas o mineiro não foi presença constante na capital de Indiana por conta da cisão entre ChampCar e IRL e, quando as duas séries se fundiram, não teve equipamento para sonhar com a vitória, mesmo assim fazendo alguns milagres já contados ao longo da história do blog.

 

           Forrest Mellot/Indycar/divulgação

Mas se havia alguém que parecia fadado a se tornar um Bob Wollek nas 24h de Le Mans, ou um Michael Andretti nas próprias 500 Milhas, era o baiano radicado em São Paulo, que fez parte de uma leva que trocou a Europa pela América e foi vitoriosa também com Cristiano da Matta e Helinho. Venceu a Indy Lights pela Tasman, teve carros competitivos nas mãos, logo estava no alto do pódio, sagrou-se campeão da IRL em 2004, foi uma vez segundo e duas terceiro numa das provas mais tradicionais do automobilismo. Parecia que o pote de leite seria um sonho transformado em decepção.

Mas quem viu Takuma Sato bater no finzinho ano passado, ou um inexplicavelmente perdido J.R.Hildebrand bater na última curva da última volta, abrindo espaço para o triunfo do então desempregado e hoje saudoso Dan Wheldon sabe que só naquela pista, que não por acaso fica em Speedway, IN, os deuses da velocidade que pregam peças também sabem preparar finais felizes. Largou em 12º, tinha um carro perfeitamente acertado e, no dia em que se registrou a maior média horária da história quase centenária da corrida, foi beneficiado pelas bandeiras amarelas no momento certo. Fez valer a experiência diante de um impressionante Carlos Muñoz que nem da Lights saiu ainda e venceu a primeira prova da KV Racing, de Kevin Kalkhoven e Jimmy Vasser. Tony é daqueles caras que faz 90% de coisas boas (os outros 10% ficam de lado num dia tão especial, que o blog quer falar da vitória) e não por acaso foi ovacionado pelos que estavam dentro e fora da pista. E foi bacana ao dizer que o Speedway não lhe devia nada, mas que a fé numa vitória ali, como diria Gilberto Gil, nunca costuma falhar. E quando o futuro nas categorias de ponta é motivo de preocupação, que bom que ao menos o presente nos trouxe, neste domingo, a sétima vitória verde e amarela no “the biggest spectacle in racing”. O troféu Borg & Warner vai ganhar o rosto com o maior nariz, mas faz parte… Parabéns, TK…

Hora e vez de uma agenda especial…

… pena apenas que, se as atrações principais de um fim de semana como esse vão aparecer ao vivo e a cores em TV aberta, outra corrida que ajuda a fazer do domingo um dia ainda mais sensacional vai ficar fora da grade: falo da Coca-Cola 600, a mais longa prova da Nascar e quase tão tradicional quanto as 500 Milhas de Daytona, que deram origem à série, literalmente. Mas com as 278 voltas somadas do GP de Mônaco e das 500 Milhas de Indianápolis e as demais que também pintarão nas telinhas e telonas, certamente não vai faltar emoção…

Sábado (25)

6h        Fórmula 1: GP de Mônaco – terceiro treino livre               Sportv

9h        Fórmula 1: GP de Mônaco – treino classificatório              Globo

Domingo (26)

4h45    Porsche Supercup: etapa de Mônaco                                Sportv

7h30    Mundial de Superbikes: etapa de Donington Park              ESPN +

9h        Fórmula 1: GP de Mônaco – corrida             Globo

13h      F-Indy: 500 Milhas de Indianápolis                Band/Band Sports

“”O”” fim de semana. Alguém duvida?

Sim, é verdade que a quantidade de corridas interessantes e campeonatos a todo vapor faz cada fim de semana ser a alegria de qualquer fã da velocidade. Mas não há como ignorar o fato de que a dobradinha GP de Mônaco/500 Milhas de Indianápolis, com a Charlotte 600 como aperitivo (embora comece depois das outras duas) configura um domingo clássico, único, especial. Ainda mais porque de um lado do Atlântico como do outro, não será o dia de conhecer campeões, mas de pilotos que vão se tornar lendas (ou se perpetuar nesta condição). Quem quer que vença, beba o leite ou receba o troféu da família real estará somando muitas linhas de prestígio ao currículo. E pensar que não é “apenas” isso, que ainda tem toda a programação de categorias preliminares, Mundial de Superbikes, Renault 3.5, Brasileiro de Motovelocidade (Moto 1000GP).

Nacional

Brasileiro de Motociclismo/Moto 1000 GP: segunda etapa (Curitiba)

Gaúcho de Endurance/Fórmula Júnior (Guaporé)

Paulista de Automobilismo (Interlagos)

Mitsubishi Lancer Cup: terceira etapa (Velo Cittá)

GP Nacional RBC de Kart, em Vespasiano


Internacional

Mundial de Fórmula 1: sexta etapa (GP de Mônaco)

F-Indy: quinta etapa (500 Milhas de Indianápolis)

GP2: terceira etapa (Mônaco)

Renault 3.5 World Series: etapa de Mônaco

Nascar Sprint Cup: 12ª etapa (Coca-Cola 600, em Charlotte)

Nascar Nationwide Series: 10ª etapa (Charlotte)

Indy Lights: Freedom 100 (Indianápolis)

Europeu de Rallycross: terceira etapa – Nyirad-HUN

Mundial de Superbikes: quinta etapa (Donington Park-ING)

Norte-americano de Motocross: segunda etapa (Thunder Valley)

Porsche Supercup: segunda etapa (Mônaco)

Quem quer um Kimi de montar?

A Lotus tem dado um verdadeiro show quando se trata de explorar a imagem de Kimi Raikkonen e sua personalidade, no mínimo, diferente. Já fez vídeo com mensagem de Natal, transformou o desabafo com o engenheiro em Abu Dhabi (“cale a boca, eu sei o que estou fazendo”) em camiseta e não perde uma chance de cutucar o campeão mundial de 2007 que, a bem da verdade, tem curtido, mesmo porque não é obrigado a dar autógrafos ou responder perguntas, apenas a ser escrachado como sempre foi. A última novidade veio em Mônaco: que tal recortar um boneco divertido do Homem de Gelo e postar nas redes sociais fotos com o “Mini Kimi”. Ficou perfeito, a ponto de o próprio finlandês ter postado. E o blog reproduz, para que você veja como ficou e se divirta…