Tooned: a McLaren continua a fazer graça…

Depois do sucesso do ano passado e da troca de Lewis Hamilton por Sergio “Checo” Perez, a McLaren mantém a série Tooned de animações, muito embora não tenha muito do que se orgulhar na temporada da F-1. E o mais novo episódio da série é, na verdade, um anúncio da Mobil, patrocinadora do time de Woking, sobre a importância da lubrificação. O Professor M, Jenson e Checo ganham a compania de ninguém menos que Tony Stewart, Smokey himself, também apoiado pela gigante do petróleo. O desenho deu uma ajudada ao tricampeão da Nascar, escondendo boa parte de sua avantajada forma física, embora ele acabe tendo dificuldades para se desprender do… bom, melhor ver você também e se divertir, que o inglês no caso é totalmente dispensável, já que novamente as imagens falam por si mesmas…

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O problema do “Fail 22” – Coluna Sexta Marcha (GP da Hungria)

*** Como é meu compromisso e o do blog, reproduzo a coluna tal e qual ela foi publicada no Estado de Minas de segunda-feira; antes, portanto, da troca de farpas entre Ferrari e Fernando Alonso, tratada no post abaixo…

O problema do “Fail 22”

Eles são diferentes em muitas coisas: nacionalidade, idade, estatura, percurso até a F-1. Um venceu nove vezes e largou em 11 GPs na pole. O outro, respectivamente 11 e 15. Um já foi terceiro no campeonato, em 2010,  quando chegou à última prova com chances de levantar a taça. O outro teve o título nas mãos por instantes, naquele GP do Brasil de 2008 de triste lembrança, não pelo resultado em si, mas pela chance que escapou apesar de tudo. Mark Webber (foto) e Felipe Massa têm algo que os acomuna mais do que possa parecer: são pilotos da “prateleira de cima” da geração atual do circo, só que ambos são obrigados a fazer sombra a dois dos maiores craques da era pós-Senna. E, também por isso, jamais serão campeões mundiais.

Olha que não dá para dizer que o brasileiro tem atenção inferior da Ferrari do que a destinada a Fernando Alonso – afora o fato de que, por motivos óbvios, o asturiano teve a voz muito mais ouvida quando do projeto do F138. Mas é fato que Felipe depende das condições ideais para fazer a diferença. Um pneu que não aquece o suficiente, carga aerodinâmica menor que a esperada; tendência a sair mais de frente ou de traseira ou equilíbrio instável se refletem diretamente no desempenho. O espanhol também sofre, mostrou ontem que não faz milagres, mas sempre consegue tirar uma nesga a mais do equipamento.

Já Webber tem motivos de sobra para não acreditar em tratamento igual na Red Bull. Tudo bem que Adrian Newey miniaturizou as baterias do Kers e definiu sua localização no carro pensando acima de tudo na vantagem aerodinâmica, mas, se os carros são iguais, por que diabos sempre é o nº2 a falhar? Ele não vale um Vettel que, nas condições atuais, conquistaria o tetra mesmo se usasse o carro do personagem Super Mario com que desceu o morro num evento de sua patrocinadora. Mas também demonstrou que, no seu dia, e em pistas como Mônaco ou Silverstone, pode ser imbatível.

Que os dois são obrigados a correr em função dos respectivos companheiros é fato, algo que o brasileiro aceita sem reclamar; o australiano nem tanto (é só lembrar do inesquecível desempenho na Inglaterra, coroado com um ‘nada mau para um número 2’, ou do quebra-pau depois do GP da Malásia deste ano). No fim das contas, o “Multi 21” que deveria ter sido obedecido por Vettel em Sepang se transformou ontem num “Fail 22”, o código para que o nativo de Queanbeyan não se engraçasse na tentativa de bater o companheiro em Hungaroring. Antes que haja um “stop 23”, Webbo decidiu que era o bastante e vai se divertir no Mundial de Endurance. Larga em 10º e termina em quarto. O brasileiro parte em sétimo e conclui em oitavo; e cada vez mais se acomoda com o papel de coadjuvante. Não há nada no horizonte nada que faça supor que vá merecer um ano extra de confiança da Ferrari. Se é verdade que seu empresário Nicholas Todt está envolvido com os investidores que salvaram a Sauber, pode ter uma sobrevida no time suíço. E pouco mais…

Hamilton brilhou, mas…

Sensacional ver Lewis Hamilton confirmar que aposta vista por muitos como arriscada se pagou com juros e correção monetária. Não foram poucos os que esperavam ver o inglês caindo pelas tabelas com o passar das voltas, especialmente na canícula magiar. Ao contrário, as voltas passavam e o desempenho se mantinha, como um relógio. E não havia o que Red Bull ou Lotus pudessem fazer em termos de estratégia para superar a flecha de prata. O senão é que a Mercedes evoluiu bastante na forma de tratar a borracha justamente no fatídico teste solitário de Barcelona, em que o inglês e Nico Rosberg andaram com capacetes descaracterizados. Em alguma parcela ajudou.

Será?

O empresário de Alonso foi visto entrando no motorhome da Red Bull e conversou longamente com Christian Horner, fazendo surgir o rumor de que o bicampeão estaria esticando o pescoço para a vaga que será aberta com a saída de Webber. Sinceramente? Das duas uma: se algo de sério houvesse, não seria nas barbas de todos, além do que seria um desrespeito sem tamanho do piloto de Oviedo, que jurou de pés juntos encerrar carreira na Ferrari. Ou, o que parece mais lógico, é o jeito Fernando Alonso de aumentar a pressão sobre sua atual escuderia e sugerir que seria capaz até mesmo de voltar atrás em sua palavra.

Faca nos dentes: a crise na Ferrari…

Diz o texto divulgado pela assessoria de imprensa da Ferrari sobre o pós-GP da Hungria que a tradicional reunião das segundas-feiras em Maranello foi aberta com o presidente Luca di Montezemolo entregando uma faca a cada participante que, metaforicamente (ainda bem…), deve ser posta entre os dentes para que o grupo consiga encontrar o caminho da reação na segunda metade da temporada da F-1. A descompostura pública em Fernando Alonso mostra que a paciência começou a se esgotar também do lado de cá do muro. O espanhol adora “motivar” a equipe cobrando evoluções constantes, dizendo que é preciso trabalhar 24 horas por dia; postando fotos de seus treinos intermináveis de bicicleta no calor de Dubai, e é bem verdade que ano passado tinha razão.

Agora, no entanto, mostra que não é capaz de tirar o algo mais para o qual é fartamente pago. Tanto assim que costuma largar pouco à frente de Felipe Massa, a diferença entre os dois nos treinos oficiais nunca foi tão pequena e, nos primeiros metros dos GPs, por vezes o brasileiro consegue ser mais eficiente. Mesmo com carros piores Alonso conseguia lugar cativo nas duas primeiras filas. Desde os primeiros treinos do ano ficou claro que o F138 é muito mais rápido que o F2012, mas que o calcanhar de Aquiles era o desempenho no sábado à tarde. Do jeito que o asturiano fala, fica parecendo que ninguém tem feito nada para corrigir a situação, o que está longe de ser a verdade. Seu empresário ainda foi passear no motorhome da Red Bull… Pelo visto, o bicampeão mundial começa a se desesperar com mais um ano de frustração e a perspectiva de não ser o Messias esperado pelo time de Maranello – e a experiência de 2007 na McLaren mostra que ele não é um primor em termos de cumprir a palavra, e a história de encerrar sua carreira no circo vestido de vermelho pode se transformar em quimera…Que ele abra o olho, pois a chefia agora está armada, e não é no sentido figurado…

Lá vem ela, a agenda…

Fim de semana chegou, e recheado de corridas e motivos de interesse para quem gosta de velocidade, nas mais variadas formas, categorias, continentes. A começar pelo Mundial de Fórmula 1, que faz a tradicional parada na Hungria, agora sinônimo de início das férias para o circo. No programa, GP2, GP3, Porsche Supercup… Spa-Francorchamps recebe mais uma edição das 24h, agora restrita aos GTs e válida pela Blancpain Series. E do outro lado do Atlântico as atenções se voltam para a Brickyard 400, a etapa anual da Nascar em Indianápolis, que era para ter se tornado especial como Daytona, Charlotte ou Talladega, mas não consegue repetir o charme (talvez pela configuração da pista?). Por aqui, a terceira etapa do Brasileiro de GT, em Tarumã; a complicada segunda fase do Brasileiro de Kart, em Fortaleza, e o Rali dos Sertões, a pleno vapor… Tá na listinha e, logo abaixo, o que passa na TV, e onde. Sempre lembrando que F-1, domingo, é no Sportv, não na Globo.

Internacional

Mundial de F-1: 10 ª etapa (Hungaroring)

GP2: sétima etapa (Hungaroring)

GP3: quinta etapa (Hungaroring)

Porsche Supercup: quinta etapa (Hungaroring)

24h de Spa-Francorchamps – Blancpain Endurance Series (terceira etapa)

Inglês de F-3: segunda etapa (Spa-Francorchamps)

F-Renault Alps: quinta etapa (Misano-ITA)

Europeu de Rali: sétima etapa – Sibiu Rally (Romênia)

Nascar Sprint Cup: 20ª etapa – Brickyard 400

Nascar Nationwide Series: 19ª etapa – Indianapolis

Grand-Am Series: oitava etapa – Indianapolis

Nacional

Brasileiro/Sul-Americano de GT: terceira etapa – Tarumã

Mercedes-Benz Grand Challenge: etapa de Tarumã

Brasileiro de Kart – segunda fase (categorias Graduados/Novatos/Sênior A/Sênior B/Super Sênior/Super F400): Fortaleza

Brasileiro de Motocross: quinta etapa – Lauro de Freitas (BA)

Rali dos Sertões

Copa Rio-Minas de Marcas e Pilotos: terceira etapa – Mega Space

Na telinha
Sexta (26)

21h30     Grand-Am Series: oitava etapa – Indianapolis                Fox Sports

Sábado (27)

6h         Mundial de F-1: GP da Hungria (terceiro treino livre)       Sportv

1040     GP2: etapa de Hungaroring                                             Sportv2

17h30    Nascar Nationwide Series: 19ª etapa – Indianapolis        Fox Sports

Domingo (28)

4h25       GP3: etapa de Hungaroring                                          Sportv2

5h35       GP2: etapa de Hungaroring                                          Sportv2

7h           Mundial de Motocross: GP da Alemanha                     Band Sports

8h30       Mundial de F-1: GP da Hungria                                   Sportv

12h30     Brasileiro/Sul-Americano de GT: etapa de Tarumã        Band

14h         Nascar Sprint Cup: 20ª etapa – Brickyard 400             Fox Sports

Duas considerações sobre o GP da Hungria…

Chegamos ao GP da Hungria e aproveito para fazer duas considerações sobre o que acontece nos bastidores e tem como pano de fundo a prova magiar (sim, também se pode falar assim…).

* A Globo optou por priorizar a presença do Papa Francisco no Brasil e não vai transmitir a corrida ao vivo, o que já ocorreu em outros casos, especialmente nas etapas norte-americanas, à tarde no horário brasileiro. Só que desta vez, o leitor já deve ter ouvido falar, o Sportv mostrará ao vivo, com o mesmo esquema de iniciar a transmissão meia hora antes, percorrendo o grid e ouvindo alguns dos protagonistas. Os executivos da empresa logicamente vão negar, mas será uma oportunidade de testar o futuro. Eu explico: este ano, na Itália, a Rai passou a exibir apenas nove GPs em tempo real, enquanto toda a temporada está disponível na Sky, canal a cabo como o Sportv. Considerando-se que não é impossível ficarmos sem representante em 2014, a audiência no domingo será um parâmetro precioso para se pensar em algo parecido por estas bandas. Não é de hoje que eu aviso…

* O abandono de Felipe Massa na Alemanha, por mais suspeito que possa parecer (eu continuo não acreditando apenas na possibilidade de erro; fosse assim ele “resetava” o carro e voltava à prova) voltou a deixar o brasileiro na linha de tiro. E já se falou de inúmeros nomes para ocupar o posto do paulista na Ferrari, mas um deles, em especial, me chama a atenção, ainda que eu não tenha bola de cristal. Nico Hulkenberg não tem suporte de nenhuma montadora, é um piloto barato, jovem, de potencial, que de alguma forma já faz parte do universo de Maranello (corre com os V8 italianos) e, tudo indica, vai ficar desempregado com a decisão da Sauber de apostar nos rublos de Sergei Sirotkin. Apostaria nele mais do que em Di Resta, Sutil, Bianchi e todos os demais nomes cogitados por aí…

Pobre esporte brasileiro…

Quando se pensa que o fundo do poço chegou, eis que é possível descobrir que a queda continua. Imagine a situação, caro leitor: o país vai sediar a Copa do Mundo e, durante o aquecimento para uma partida, descobre-se que o gramado está tão comprometido que não há como fazer a bola rolar nele, muito menos plano B. É mais ou menos o que ocorre com a segunda fase do 48º Brasileiro de Kart, no Kartódromo Júlio Ventura, em Eusébio, Grande Fortaleza.

Se você não acompanhou a história, eu explico: na terça-feira os pilotos das categorias Graduados, Novatos, Sênior A, Sênior B, Super Sênior, Super F-400 ganharam a pista para os primeiros treinos livres. Esperava-se que uma sede escolhida há mais de seis meses estivesse 100% pronta e em condições de receber um evento do gênero, mas não foi o caso. Um recapeamento de última hora foi feito, mas mesmo quem não é especialista sabe que o asfalto novo precisa de tempo para ser “curado”, para assentar no solo e ganhar a consistência definitiva.

Lógico que o tempo necessário não foi aguardado e a força dos karts literalmente arrancou pedaços do traçado, provocando inicialmente o cancelamento dos treinos livres da tarde de ontem e, em seguida, de toda a atividade de hoje (quarta-feira). Uma solução foi tentada com cimento, mas não há garantia de que resista. Ou que os pilotos mais rápidos serão os vencedores – pode se dar bem quem tiver a sorte de escapar de um buraco ou de uma ondulação capaz de torcer um chassi. (como meu xará Rodrigo Mattar, tomei a liberdade de “roubartilhar” uma imagem do colega Flávio Quick para mostrar que não é exagero).

Fosse por um fenômeno natural, um terremoto, enchente ou nevasca, e seria possível entender e aceitar o que se passa no Ceará. Mas estava claro que um problema ocorreria, e quem de direito não fez o que deveria. Donde eu modestamente pergunto: e os gastos de passagem, hospedagem, as despesas com mecânicos, com o envio do equipamento em caminhões, carretas e furgões atravessando o país? Pensar que o mesmo ocorreu em Brasília na Stock Car, e apenas muito jogo de cintura foi capaz de evitar um episódio de comédia pastelão. Não adianta cobrar profissionalismo de pilotos, equipes, imprensa e demais envolvidos se quem organiza não faz sua parte. Nada contra levar o esporte a todo o Brasil, por mais que estejamos em um país continental, mas há vários outros kartódromos em melhores condições, inclusive no Nordeste. Depois ainda vai aparecer gente dizendo que não entende o motivo de não revelarmos tantos campeões quanto no passado. Pobre automobilismo brasileiro…

Na mosca…

Sebastien Loeb, autorizado pela Citroën, evidentemente, acabou de postar a primeira imagem da máquina que pilotará no próximo Mundial de Turismo (WTCC) que, espera-se, possa retornar a estas bandas, já que em 2013 Curitiba acabou substituída por Termas de Rio Hondo, na Argentina, mas ainda resta esperança…

E qual não é a máquina? Sim, está vendo aquele post mais abaixo, “Que carro é este? Esse é o carro?” Pois é, ali eu antecipava que se tratava da versão sedã do C4, desenvolvida para mercados emergentes (chega ainda este ano ao Brasil) e conhecida como C4 Elysée. Como dizem na terra natal do piloto e da máquina, “et voilá”… Aí está o modelo em versão WTCC… E aliás, alô Citroën Brasil, uma versão para o Brasileiro de Marcas urgente…

Eldora: a esperada volta às origens da Nascar…

Eldora é uma cidadezinha do estado de Ohio, na região central dos EUA, como há tantas na terra do Tio Sam. Exceto por um detalhe: nela está o circuito oval de terra mais famoso e tradicional do país, palco de inúmeras provas de Midgets e World of Outlaws, aqueles carrinhos com aerofólios assimétricos e chassis que parecem saídos dos anos 50. Talvez o leitor não saiba, mas o caminho de muitos aspirantes ao olimpo (a Nascar) não começam no kart, ou saltam dele para as competições na terra e, ao brigar constantemente com a traseira dos carros que insiste em desgarrar a cada curva, tornam-se pilotos mais preparados, mais completos. Tony Stewart é um dos grandes exemplos. Tão grande (nenhuma menção ao tamanho do piloto, que cresceu lateralmente um bocado depois de sair da IRL) que Smokey, depois de vencer inúmeras vezes no Speedway, resolveu comprá-lo e mantê-lo em atividade constante. É até difícil enumerar o emaranhado de campeonatos, categorias – além dos midgets e dos WOO, há Late Models, ARCA, Whelen All-American, certames regionais e tudo o mais, para todos os bolsos e currículos.

Pois o leitor talvez não tenha se dado conta de que a brincadeira começou na areia de uma praia (por qual motivo Daytona Beach se tornou local de peregrinação e culto?) e que as visitas aos dirt speedways foram comuns. Mas há 42 anos um carro de uma das divisões da Nascar não colocava os pneus na terra. A ideia foi lançada e se transformou em febre, em acontecimento. E em plena semana da Brickyard 400, em Indianápolis, os olhos dos fãs, pilotos, equipes e do mundo da stock car “made in USA” se voltam para as duas curvas e duas retas de apenas 805 metros de extensão. Não por acaso, a prova foi marcada para a quarta à noite, de modo a evitar a concorrência das demais séries. E muita gente que já andava longe da Camping World Truck Series, ou especialistas em provas na terra se juntam ao grid habitual da categoria, que tem o gaúcho Miguel Paludo num truck da equipe Turner.

O mais sensacional é que apenas os times nas 20 primeiras posições do campeonato têm lugar entre os finalistas. E os demais terão de se matar a grito por um lugar na prova decisiva, por meio de repescagens (cabem 30 no grid). E não pense que os carros acostumados ao asfalto liso vão andar do mesmo modo levantando poeira – um dos motivos, aliás, para que as 100 voltas finais sejam divididas em quatro sequências de 25, para que a pista seja devidamente irrigada e a visibilidade mantida. Com a devida autorização da Nascar, fui buscar uma reportagem que mostra as diferenças entre uma Toyota Tundra para o asfalto e a que será usada em Eldora. E nem tem problema caso você não domine o inglês, as imagens mostram direitinho o que muda. Confesso que me chamou a atenção o fato de os trucks andarem com a altura do solo praticamente a mesma, o que mostra que teremos um tapete de terra, com o mínimo de ondulações possível. E será sensacional ver a turma brigando com a traseira, volantes movidos freneticamente, derrapagens constantes e inevitáveis. Quem se sairá melhor nessa? Eldora não é Daytona, Indianapolis, Sebring, Le Mans, Spa, Silverstone ou Monza, mas promete uma noite histórica… para quem sabe também se tornar circuito lendário…

No fim de semana tem…

… tem corrida, lógico, e muitas, muito embora não seja daqueles em que seria necessário ter três televisões e o dia durar 54 horas para acompanhar tudo. A F-1, você sabe, volta semana que vem, na Hungria – aliás, é bom preparar um plano B, pois a TV Globo não vai transmitir a corrida, por conta da Jornada Mundial da Juventude (e nem adianta reclamar com o bispo, porque é justamente da visita da maior autoridade da Igreja ao Brasil que estamos falando). Por enquanto, o que se tem é uma lista que não é das maiores, já que a Nascar dá folga a duas divisões, a Indy também descansa os motores, assim como os mundiais de Rali e Turismo, o DTM, a nossa Stock, e etc…

Melhor falar do que acontece, que nem é tão pouco assim. Destaque para as duas rodas, com os mundiais de Moto GP (só a categoria rainha, em Laguna Seca) e Superbikes (Moscou); o Renault World Series e a European Le Mans Series, em Zeltweg (ou Red Bull Ring, que dá no mesmo); American Le Mans em Mosport, Brasileiro de Marcas e F-3 Sul-Americana em Interlagos; Brasileiro de Endurance em Curitiba, Nascar Nationwide, e por aí vai, como você pode ver logo abaixo… Boa diversão…

Internacional

Mundial de Moto GP: nona etapa – Laguna Seca (EUA)

Mundial de Superbikes: oitava etapa – Moscow Raceway (RUS)

American Le Mans Series: quinta etapa – Mosport (CAN)

F-Renault 3.5 World Series: sexta etapa – Red Bull Ring (AUS)

Europeu de F-Renault: quarta etapa – Red Bull Ring (AUS)

Nascar Nationwide Series: 18ª etapa – Chicagoland (EUA)

European Le Mans Series: terceira etapa – Red Bull Ring (AUS)

Superstars International Series: quinta etapa – Portimão (POR)

GT Sprint: quinta etapa – Portimão (POR)

Europeu de Kart: segunda etapa – Ortona (ITA)

Nacional

Brasileiro de Marcas: terceira etapa – Interlagos

F-3 Sul-Americana: quarta etapa – Interlagos

Gaúcho de Rali: terceira etapa (Estação)

Brasileiro de Endurance: segunda etapa – Curitiba

Na telinha

Sábado (20)

7h          Europeu de F-Renault: etapa de Red Bull Ring                             Bandsports

12h        F-Renault 3.5 World Series: sexta etapa – Red Bull Ring             Bandsports  

18h10    Mundial de Moto GP: GP de Laguna Seca (treino oficial)             Sportv3

Domingo (21)

4h55     Mundial de Superbikes: etapa de Moscou                                    ESPN+

11h       Europeu de F-Renault: etapa de Red Bull Ring                             Bandsports

11h30   F-Renault 3.5 World Series: sexta etapa – Red Bull Ring              Bandsports

12h30   Brasileiro de Marcas: etapa de Interlagos                                      Band

13h       American Le Mans: etapa de Mosport                                           Fox Sports

16h       Nascar Nationwide: 18ª etapa – Chicagoland                                Fox Sports

18h        Mundial de Moto GP: GP de Laguna Seca                                   Sportv3