Turbo: eu vi e….

Demorou, eu sei, mas finalmente a tarde de domingo me deu a chance de assistir Turbo, animação de que tenho falado desde que os estúdios Dreamworks começaram a bolar a aventura, contando, entre outros, com a consultoria de Dario Franchitti. Finalmente o produto ficou pronto e é lógico que serve como um tremendo incentivo para as 500 Milhas de Indianápolis e a F-Indy, assim como a série Carros, da Disney, ajudou a Nascar. Aliás, já que era para brincar com o imaginário de quem gosta de velocidade e a concorrência optou por dar vida às máquinas, o diretor David Soren acertou ao manter o cenário tal qual é na realidade e acrescentar o simpático caracol que sonha ter seu rosto estampado no Troféu Borg & Warner.

Por um instante, quando o filme finalmente chega ao palco do “Maior espetáculo da velocidade”, parece que a animação dá lugar à realidade. A reconstituição do espaço e do que ocorre no fim de semana da prova é perfeita – é um momento especial principalmente para quem já pisou no solo sagrado e tem uma noção da grandeza das 500 Milhas. O mais curioso é ver que várias empresas de verdade aparecem patrocinando as máquinas, ainda que pilotos e equipes sejam de ficção e a grande maioria tenha papel de coadjuvante na disputa. E a paixão do Theo, que vira Turbo, diante da TV, vendo e revendo fitas com imagens dos ídolos, sonhando com o que parece impossível (e só se concretiza mesmo na telona) lembra a paixão que muitos de nós nutrimos por este mundo fascinante.

Dizer que Turbo surpreende ou desaponta não é o caso, pois quem vai ao cinema já teve ter uma boa ideia do que verá. Por isso mesmo, nada de comparações com outras obras obre o automobilismo (aliás, como é moda agora, personagens de outras produções do estúdio aparecem discretamente, como os macacos maluquinhos de Madagascar). Pena apenas que a dublagem prejudique um pouco o resultado (Franchitti e ninguém menos que Mario Andretti falam em momentos da versão original)

E um conselho, que meus dois filhotes, que também curtiram o filme, me ajudaram a seguir: vá com os olhos e a alma de criança, curta o que há de verdadeiro e viaje com os sonhos impossíveis. Lógico que eu não vou contar o fim, mesmo porque merece conferir de perto…

           Dreamworks SKG/divulgação

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