Depois do tamanduá, a tromba de elefante…

Mais um carro apresentado para o Mundial de F-1 – e não é qualquer um, estamos falando da Ferrari F14 T – e mais uma ideia diferente para atender às novas regras na dianteira. Depois da estranha frente da McLaren MP4/29 e do bico em forma de garfo da Lotus, eis que Rory Byrne, de volta à ativa, concebeu algo igualmente diferente. Nada de protuberância na extremidade, mas uma queda abrupta que deu, à nova máquina de Fernando Alonso e Kimi Räikkönen, um aspecto de tromba de elefante. Sei que é apenas provocação, mas talvez fosse bom a FIA pensar num disfarce que escondesse todos os bicos e preservasse do cockpit em diante, porque definitivamente a estética ficou em segundo plano. A coisa boa que se pode tirar disso tudo (e tem que ter alguma), é que pela primeira vez em longos anos será possível diferenciar um carro do outro sem dificuldade, já que cada time de projetistas resolveu seguir um caminho diferente. Isso pelo menos até uma solução se mostrar mais eficiente do que as outras, já que aí todo mundo vai copiar…

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