Agenda de fim de festa

Sim, mal entramos no penúltimo mês de 2015 e o clima em várias categorias do automobilismo internacional é este, de consagrar os campeões e voltar as atenções para a próxima temporada, com a movimentação se transferindo para os bastidores. E quando não é o caso das etapas finais – e assim será com a dobradinha GT Open/Euroformula (o segundo, aliás, tem tudo para ter o brasileiro Vítor Baptista como vencedor) – tem gente que não quer esperar para garantir o número 1, o que deve ocorrer com o argentino José Maria López no WTCC. Sem contar que Lewis Hamilton pode saborear seu tri num circuito que fazia falta no calendário do circo e, felizmente, está de volta. Mesmo sem a famosa curva Peraltada, sacrificada antes mesmo de a pista receber a Indy, na década passada, o traçado “das antigas” promete uma corrida interessante.

A Nascar vive a primeira das quatro provas do Chase que transformarão em quatro os atuais oito candidatos ao título e, a essa altura, qualquer outro que não Joey Logano seria uma injustiça tremenda para o piloto da Penske. Por aqui, nada digno de nota, à espera de um fim de semana que, esse sim, trará muita coisa boa…

Internacional

Mundial de Fórmula 1: 17ª etapa – GP do México (Circuito Hermanos Rodríguez)

Mundial de Endurance (FIA WEC): sexta etapa – 6h de Shanghai (CHI)

Mundial de Turismo (FIA WTCC): 11ª etapa – Buriram (THA)

Nascar Sprint Cup: 33ª etapa – Goody’s Headache Relief Shot 500 (Martinsville)

Nascar Camping World Truck Series: 20ª etapa – Kroger 200 (Martinsville)

GT Open: sétima etapa – Barcelona

Euroformula Open: oitava etapa – Barcelona

Super GT: sétima etapa – Autopolis

Na telinha

Sábado (31)

13h55           Fórmula 1: GP do México (treino livre)                     Sportv2

17h               Fórmula 1: GP do México (treino oficial)                  Sportv

Domingo (1º)

16h30           Fórmula 1: GP do México                                        Sportv

A Lewis o que é de Lewis… (Coluna Sexta Marcha – GP dos EUA)

Será que fui a única pessoa no mundo que não achou que o GP dos Estados Unidos foi tudo isso, que esteve longe de ser um clássico? Tudo bem que não faltaram mudanças na liderança, que a condição do asfalto ajudou muito a embolar as cartas e alterou a condição de forças habitual do circo, mas, se esse é o caso, então a teoria provocadora de Bernie Ecclestone teria de ser posta em prática sempre. Basta jogar alguns caminhões-pipa na pista pouco antes da largada, fazer da escolha dos pneus uma loteria e os problemas da F-1 estão resolvidos.

Na verdade Austin mostrou um cenário que, ao fim das 56 voltas, é o que melhor espelha a realidade do campeonato. E consagrou algo que estava escrito talvez não em Melbourne, mas pouco depois. Lewis Hamilton é infinitamente superior a Nico Rosberg e, sem a história dos pontos dobrados no GP decisivo, ou a maré de problemas mecânicos que marcou seu 2014, venceria com facilidade, como venceu. A experiência e a idade trouxeram maturidade e cabeça a um talento indiscutível – tudo bem que certos comentários e reclamações pelo rádio são dispensáveis, mas até isso passa.

E, com o perdão do trocadilho infame, é chover no molhado dizer que o tri foi o mais fácil dos títulos conquistados pelo nativo de Stevenage, que, em 2008, precisou da proverbial rodada de Timo Glock na Subida do Café, em Interlagos, para ficar com a taça e, ano passado, teve de remar muito até ficar em situação favorável. É até engraçado notar que, embora haja cinco campeões mundiais no grid, apenas um é realmente capaz de incomodar o britânico, ainda que dois deles estejam limitados pelo equipamento. Sebastian Vettel é hoje o grande rival de Hamilton e, se a Ferrari tivesse noção desde o início de que poderia incomodar as Flechas de Prata, talvez a luta se estendesse mais um pouco, mas não mais do que isso.

Agora que a categoria faz as malas para atravessar a fronteira e retornar ao México, para o primeiro de três “amistosos”, me pego apenas pensando no que vem por aí em 2016. Nem mesmo toda a genialidade de Adrian Newey será capaz de conceber um carro eficiente para a Red Bull sem um motor definido a esta altura do campeonato – e olha que agora a unidade de potência influi muito mais na eficiência aerodinâmica e do conjunto. Como o mesmo vale para a Toro Rosso, é difícil acreditar que Force India e Lotus (ou Renault, vai saber) incomodem os três times que hoje dão as cartas. E é praticamente impossível que a Williams, com suas limitações, faça melhor do que sua fornecedora de motores, que ainda por cima pode guardar para si o que tem de melhor.

Sem contar que essa obsessão do regulamento em limitar a troca de componentes acaba criando uma situação que beira o grotesco. Ok, está certo definir um máximo, tentar frear a farra de gastos e obrigar as escuderias a se virar, mas elas preferem perder 15, 20, 50 posições, o que, no fim das contas, não muda tanto assim. Só embola a cabeça do torcedor, que vê uma coisa no treino oficial e outra completamente distinta no grid. E o “quase furacão” no Texas voltou a mostrar, como já havia sido o caso no Japão, há alguns anos, que a programação de cada GP se encaixaria perfeitamente em dois dias e que a sexta-feira é completamente dispensável do ponto de vista da emoção, ainda mais com um calendário inflacionado.

Não dá para virar as regras de ponta a cabeça, mas é bom que se aproveite este fim de ano com tudo definido para pensar em formas de ajustar as coisas. No mais, todos os méritos ao mais novo tricampeão do circo, merecidamente, e capaz de fazer bem mais. E pensar que a renovação de contrato resolvida primeiro foi a do companheiro de equipe, vai entender…

Partiu Como

Sim, o blog fez as malas mais uma vez, agora para um desafio inédito. Não é o caso de simplesmente acompanhar um evento automobilístico com olhos atentos e paixão constante, mas, sim, de realizar um sonho, ambicioso, embora possível: o de disputar o 34º Trofeo ACI Como, o Rally de Como, última etapa do Campeonato Italiano WRC (CIWRC), na terra natal do meu avô. Não o conheci, infelizmente, mas sei que se estabeleceu no Brasil como válido mecânico e corajoso piloto de moto em tempos românticos e difíceis. E dele herdei o gosto pela velocidade que me leva até esta aventura.

Pois lá vou eu encarar uma prova difícil mesmo para os pilotos da casa que, como bem se diz na Itália, se alimentam de pão, rali e asfalto. As especiais traçadas aos pés dos Alpes, nas cercanias do Lago de Como, são estreitas, técnicas e desafiadoras. A ideia não podia ser outra a não ser aproveitar cada minuto da semana; vivenciar cada detalhe da experiência e levar o valente Suzuki Swift R1 ao fim do percurso, garantindo muitas histórias para contar. Sem querer, me tornei o único brasileiro a disputar uma prova da modalidade no Velho Continente este ano. E confesso que dá um friozinho na barriga misturado com uma ansiedade boa saber que farei parte de um rali com 12 carros da principal categoria do WRC; pilotos e navegadores com títulos europeus, italianos e participação em etapas do Mundial; tudo isso diante de um público apaixonado e entusiasta.

Equipamento e logística prontos, lá vou eu rumo ao Rally de Como, ajudado na tarefa por um navegador da região, Roberto Conti, que aceitou o convite e entendeu o espírito da empreitada. Como é um esporte de dupla, juntos vamos atrás do sonho fazendo de tudo para que seja muito divertido. E aqui vai o agradecimento de coração a quem acreditou nesse sonho maluco: a Orange BH KTM; a Lalubema; o Circuito dos Cristais; a OMP e o Consulado da Itália em Belo Horizonte, além de todos os que compraram rifas; colaboraram ou ainda vão colaborar na vaquinha virtual ou manifestaram sua torcida. Valeu e muito, e podem ter certeza de que vou honrar o apoio e a responsa. Vamos que vamos…

É deste jeito então? (Coluna Sexta Marcha – GP da Rússia)

        Mercedes AMG Petronas/divulgação

O calendário do circo correu um ano e o que foi uma prova sonolenta e criticada em 2014 se tornou exemplo de como deve ser a F-1 para garantir público e emoção. Mostra de que não dá para prever soluções e, ainda que os regulamentos tentem, sempre haverá GPs sensacionais e outros menos, independentemente do circuito (lembram-se do Barein da temporada passada, como foi absurdamente mais interessante que o do atual campeonato?).

Pois o roteiro do GP da Rússia, se servirá para que Bernie Ecclestone prepare das suas e volte com as ideias mirabolantes, esteve entre os opostos do grotesco e do incrível. Afinal, num mundo de centenas de milhões de dólares, uma máquina de serviço derramar óleo no asfalto é digno de todas as críticas do mundo. Sem contar que atrasou a programação; encolheu o trabalho da turma da GP2 e da GP3 e, como lado bom só trouxe uma cara nova na frente do pelotão. Cara essa que, na corrida, daria adeus logo de cara. Tivemos pela primeira vez uma situação de chuva artificial, já que não houve alternativa senão molhar todo o traçado – e Mr.E já sugeriu várias vezes que a prática fizesse parte dos finais de semana de corrida.

E se a mente humana tem um lado perverso, que gosta de ver o circo pegar fogo, os acidentes de Sainz, Grosjean e Hulkenberg nada tiveram de simpático, foram perigosos e felizmente não renderam consequências sérias. Claro que aí entra o safety car (real ou virtual), o pelotão se movimenta, a estratégia muda, e tudo mais. E quem larga em 15º consegue vislumbrar o pódio de pertinho. Especialmente depois que Kimi Räikkönen finalmente encontrou o que tanto procurava há tempos: encrenca, justamente com um compatriota – a frieza habitual se esvaiu tal e qual estivéssemos no calor de Abu Dhabi, não nas ruas de Sochi.

Fora que, como bem alguém lembrou, briga de prender a respiração houve do segundo posto em diante, já que Lewis Hamilton mal apareceu na tela (e a Mercedes reclama justamente disso, de que a FOM esquece os carros prateados para favorecer quem está mais atrás). Nico Rosberg segue com a nuvenzinha carregada sobre a cabeça e pode ver até mesmo o vice-campeonato escapar dos dedos para um Sebastian Vettel revigorado, digno dos bons tempos da Red Bull. Por falar na turma do Touro Vermelho, apesar de todo o respeito e admiração pelo que conseguiram fazer em uma década, me parece patética a discussão envolvendo o fornecimento de motores e a continuidade das duas escuderias para 2016. Continuar com a Renault depois de espinafrar o trabalho dos franceses, que não apareciam tanto quando ganhavam, devia fazer Mateschitz, Marko e Horner andar de máscaras, para esconder a vergonha. Enfim, é assim mesmo o circo, e tomara que em Austin não seja necessário nenhum estratagema extra para ser ter uma corrida boa. Não é tão difícil assim…

Agenda de malas quase prontas…

Neste horário, daqui a uma semana, a agitação será grande na noite que antecede a esperada participação deste que escreve no Rally de Como, a última etapa do Campeonato Italiano WRC (CIWRC), já comentada, mostrada e apresentada (vem mais coisa por aí, pode esperar…). Enquanto isso, o tempo é de arrumar as malas e preparar tudo como manda o figurino, que a aventura exige muitos detalhes, o que, por si só, já tem sido uma diversão e tanto. Pois neste fim de semana é tempo de três mundiais (F-1 na Rússia, que não começou bem com o óleo que transformou a pista em rinque de patinação; Endurance e Moto GP, ambos na terra do Sol Nascente). E sairá campeão na GP2, já que basta ao belga Stoffel Vandoorne, protegido da McLaren (sem perspectivas de subir para a F-1) administrar a quilométrica vantagem sobre o norte-americano Alexander Rossi, que volta a descer um degrau na escada depois de dois GPs com a Manor.

E a Nascar volta a um de seus templos sagrados, Charlotte, para mais um round do Chase, que começa a fazer vítimas ilustres. A V8 Supercars australiana chega à sua mais tradicional prova, Bathurst 1.000, no velocíssimo e igualmente perigoso traçado de Mount Panorama. Por aqui, a atração é a dobradinha entre a Copa Brasil e o Sul-Americano de Kart, que vai trazer muita gente boa ao RBC Racing, em Vespasiano, com promessa de grandes pegas. É isso então, que eu tenho que ir ali arrumar umas coisas…

       Adrenal Media/FIA WEC/divulgação

Internacional

Mundial de Fórmula 1: 16ª etapa – GP da Rússia (Sochi)

Mundial de Endurance (WEC): sexta etapa – 6h de Fuji (JAP)

Mundial de Moto GP: 15ª etapa – GP do Japão (Motegi)

GP2: nona etapa – Sochi (RUS)

GP3: sétima etapa – Sochi (RUS)

Blancpain Sprint Series: última etapa – Zandvoort (HOL)

Nascar Sprint Cup: 30ª etapa – Bank of America 500 (Charlotte)

Nascar Xfinity Series: 29ª etapa – Drive for the Cure 300 (Charlotte)

Asian Le Mans Series: primeira etapa – Fuji (JAP)

V8 Supercars: 12ª etapa – Bathurst 1.000

Nacional

Copa Brasil e Sul-Americano de Kart (de 12 a 17) – RBC Racing (Vespasiano)

Gaúcho de Endurance: última etapa – Três Horas de Tarumã

Na telinha

Sábado (10)

0h15    Moto GP: GP do Japão (treinos oficiais)              Sportv

6h    Fórmula 1: GP da Rússia (treino livre)        Sportv

7h25    GP3: etapa da Rússia            Sportv

9h    Fórmula 1: GP da Rússia (treino oficial)        Sportv/Globo (*)

(*) apenas o Q3

10h25    GP2: etapa da Rússia        Sportv

20h    Nascar Sprint Cup: etapa de Charlotte    Fox Sports 2

22h25    Moto GP: GP do Japão        Sportv

Domingo (11)

8h    Fórmula 1: GP do Japão        Globo

A caminho do sonho, parte II

Eu gostaria de estar escrevendo mais para o blog nestes dias, mesmo porque assunto não falta, mas resolvi entrar de corpo e alma num projeto que começou tímido e foi ganhando força pelo caminho, até se aproximar da concretização, não sem antes proporcionar um imenso frio na barriga. Caso o amigo leitor esteja chegando agora, em menos de 10 dias estarei na Itália disputando a última etapa do Campeonato Italiano WRC (o certame aberto às máquinas que correm no mundial): o Rally de Como, na Lombardia. Lógico que não será no comando de uma máquina 4×4 de trezentos e tantos cavalos, que o bolso e a habilidade não permitem, mas a bordo de um valente e atrevido Suzuki Swift R1 – quem conhece a modalidade sabe que é um modelo da base da pirâmide, ideal para quem nunca encarou uma prova no asfalto.

Olha que teve gente (menos acostumada ao esporte, lógico), perguntando se eu levaria o carro do Brasil. Não será o caso, mesmo porque estamos falando de uma das principais pátrias do esporte. Lá há equipes várias com toda a logística disponível. Ainda assim não estamos falando bem de um “arrive and drive”. São muitos detalhes na lista, a começar por levantar a quantia necessária, o que ainda não ocorreu 100% – e é por isso que a vaquinha virtual, no endereço abaixo, segue firme e forte.

Fora que era preciso encontrar um navegador disposto a encarar a aventura, e felizmente as redes sociais e as amizades já feitas do outro lado do Atlântico (sim, já tem até torcida…) definiram o ocupante do banco da direita, o varesino Roberto Conti, que virou parceiro obrigatório. E é camisa (tá aí, nas fotos), inscrição, equipamento, papelada, adesivos, material promocional, divulgação de imprensa (aqui e lá), retorno para os patrocinadores, não é pouca coisa não… Mas tudo encarado com uma vontade cada vez maior. E uma ponta de orgulho em ser o único brasileiro a competir num rali europeu este ano. Olha que não é tão caro ou complicado assim mas, se a loucura e a coragem ao volante sobra por estas bandas, falta um bocado delas fora da máquina.

E é sensacional acompanhar, daqui, toda a movimentação que a prova proporciona. Já há quem diga que o vencedor geral de 2012 pode alinhar novamente, um tal de Robert Kubica, que dispensa apresentações. E há campeões europeus, pilotos e navegadores com experiência no WRC, há carros caríssimos de última geração e modelos lendários de custos modestos. E eu entre eles, à espera de ver meu nome na lista oficial de inscritos, de chegar à Itália e fazer, no rumo inverso, o caminho do meu avô, Emilio, que não cheguei a conhecer, mas que, como ciclista e motociclista de competição, além de mecânico dos bons, certamente me transferiu, de algum modo, a paixão pela velocidade. É por isso que o projeto se chama ‘Retorno às origens’. Mas poderia se chamar “A caminho do sonho”, tal qual o post. Se você puder colaborar com a vaquinha, ótimo. Se não for o caso, já valerá a torcida para que tudo saia como o esperado. O que vier eu conto, mostro, fotografo e divido sem miséria com o amigo leitor. E nunca é demais agradecer às empresas que me deram uma grande força: a Orange BH, concessionária KTM de Belo Horizonte; a Lalubema, o Circuito dos Cristais, a Revista MotorMachine e a OMP, assim como o Consulado da Itália na capital mineira – aproveito para fazer o merchan da Sportsplace, a lojinha virtual de automobilismo deste que vos escreve. Vamos que vamos!

Agenda de chuvas e trovoadas…

       M-Sport/divulgação

São Pedro resolveu abrir a torneira do lado de cima do Equador e ameaça o andamento de três dos principais eventos da agenda da  velocidade no fim de semana. De volta à Ilha da Córsega, a etapa francesa do Mundial de Rally (WRC) teve uma prova especial anulada por causa das tempestades e outras duas disputadas em condições complicadas, tanto assim que o primeiro líder da prova é o galês Elfyn Evans (Ford Fiesta).

Do lado de cá do Atlântico, o problema tem nome: Joaquin, uma tormenta que atinge a Costa Leste e provocou o cancelamento da qualificação para a prova da Nascar na milha monstro de Dover (já estamos no Chase, é sempre bom lembrar…), além de transformar em desafio de natação os treinos livres e oficiais para a tradicional Petit Le Mans, última etapa do Tudor Sportscar Championship. Mais um campeonato que, ainda em outubro, encerra as atividades e começa a se concentrar em 2016.

Tomara que nenhum dos eventos, assim como os do lado de baixo do Equador, seja comprometido pela água. De todo modo, vale ficar atento a eventuais mudanças nos horários caso seja necessário esperar por condições melhores… E a se lamentar que duas das principais competições de GT da temporada (Blancpain Sprint e GT Open) não apenas ocorram no mesmo fim de semana, mas no mesmo país, dividindo atenções, pilotos e equipes…

Internacional

Mundial de Rally (WRC): 11ª etapa – Tour de Corse (FRA)

Mundial de Rallycross (FIA RX): 11ª etapa – Istambul Park (TUR)

Tudor United Sportscar: última etapa – Petit Le Mans (Road Atlanta)

Nascar Sprint Cup: 29ª etapa – AAA 400 (Dover)

Nascar Xfinity Series: 28ª etapa – Hisense 200 (Dover)

Nascar Camping World Truck Series: 18ª etapa – Rhino Linings 350 (Las Vegas)

Blancpain Sprint Series: sexta etapa – Misano Adriatico

GT Open: sexta etapa – Monza

Euroformula Open: sétima etapa – Monza

Sul-Americano de F-4: sexta etapa – Termas de Rio Hondo (ARG)

Nacional

Brasileiro de F-Truck: oitava etapa – Guaporé (RS)

Lancer Cup: penúltima etapa – Goiânia

Brasileiro de Rally Cross-Country: Rally Rota Santa Catarina (quinta e sexta etapas)

Na telinha

Sábado (3)

16h30    Nascar Xfinity (etapa de Dover)                    Fox Sports 2

Domingo (4)

13h    Brasileiro de F-Truck: etapa de Guaporé         Band

15h30    Nascar Sprint Cup: etapa de Dover               Fox Sports 2