Sobre motores e polêmicas…

O Mundial de Fórmula 1 desembarcou em Interlagos para o segundo de três amistosos e, mais do que o atraso de Lewis Hamilton devido ao acidente de trânsito em Mônaco, chamou a atenção a polêmica envolvendo o fornecimento de motores para duas escuderias da categoria. A Red Bull garante que estará no grid em 2016 e, se na McLaren ainda tem gente comentando uma possível parceria dos rivais e adversários com a turma do touro vermelho, é quase certo que fica tudo como está – depois de espinafrarem publicamente a “parceira”, considerada culpada pela queda de rendimento este ano, Dieter Mateschitz e Helmut Marko vão ter que engolir mais um ano de relacionamento com os franceses, e agora não na condição de estrela da compania. A questão é que também a Renault, de volta ao circo como dona de equipe, precisa do know-how dos austro-ingleses no desenvolvimento das baterias e motores elétricos (MGU-H e MGU-K).

E no time que voltará a ser Renault, mas por enquanto ainda é Lotus, a coisa não andou bem com a Mercedes, que este ano garantiu os V6 turbo (e sabe-se lá se está recebendo em dia pelo fornecimento…). No perfil do time de Enstone no Twitter, apareceu a frase “@MercedesAMGF1, que m**** vocês fizeram com a gente”. Se foi algo relativo às evoluções feitas pelos alemães; uma eventual perda de posições por problemas técnicos ou algum tipo de represália às dificuldades financeiras do cliente não se sabe, mas há muito tempo eu não via tanta gente sair (ou querer sair e acabar ficando) atirando deste modo…

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