Quando não tem assunto, o pessoal inventa…

Eis que, neste começo de ano de (explicadas) poucas notícias no que diz respeito à Fórmula 1, me deparo com um artigo no site da conceituada revista Autosport em que Marcus Ericsson, o sueco da Sauber que tomou um banho de Felipe Nasr no primeiro ano da dupla no time, diz que “não é grande amigo” do brasiliense e brasileiro. De cara, observando o título e as primeiras linhas, imaginei que fosse se tratar de uma declaração de guerra, de uma promessa de rivalidade que deixasse as diferenças entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg no chinelo.

Pois basta descer ao longo da reportagem para entender como mesmo publicações sérias por vezes se deixam levar pela ânsia de ganhar audiência – e o pior é que teve gente no Brasil embarcando e dando destaque e repercussão ao que disse o compatriota de Ronnie Peterson. Pois Ericsson não falou mais do que algo de que estamos todos carecas de saber: até mesmo por se tratar de pilotos de países, histórias e carreiras distintas, não é o caso de esperar que eles viajem juntos ou costumem se frequentar quando fora das pistas, o que não impede que trabalhem juntos pelo bem da equipe. Aliás, é justamente o que ele destaca: que deu certo em 2015 e é fundamental para que a equipe de Hinwill cresça e consiga bons resultados este ano. 
É a tal história: se era pra falar isso e insinuar uma pseudopolêmica, melhor ter deixado o espaço em branco. Uma forcação de barra desnecessária e sem sentido… E que venham as notícias de verdade, as que realmente importam…
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