Uma imagem e mais do que três títulos…

O post vale pela imagem, desenterrada pela revista italiana Autosprint ao republicar uma entrevista do saudoso Graham Hill – numa edição especial sensacional que repassa a carreira de vários campeões mundiais de Fórmula 1, de Fangio a Raikkonen, passando por Emerson, Piquet e Senna, por suas próprias palavras. E eis que o melhor do mundo em 1962 e 1968 aparece praticando outra de suas paixões, o tiro esportivo, ao lado de alguém que dispensa apresentação. O pequeno Damon, na época, dificilmente imaginava que conseguiria não apenas repetir o caminho do pai, como também levar para casa um número 1. Parecia mais interessado em imitar o hobby paterno. Aliás, aproveitando a deixa, não dá para esquecer o GP do Brasil de 1998, quando Damon, já na Jordan, gozava de menos atenção e popularidade diante da rivalidade entre Michael Schumacher e Mika Hakkinen. Pois chego eu ao hotel onde os pilotos ficavam (e também eram entregues as credenciais de imprensa) na quinta-feira e a surpresa não foi vê-lo andando pelo saguão, mas trajando uma camisa com os dizeres “eu sou Damon Hill”, como que para não deixar ninguém esquecer, no melhor exemplo do humor inglês…

 

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