F-Inter: está valendo…

Foi em fevereiro do ano passado o primeiro post do blog sobre o projeto de uma categoria-escola de fórmula para o automobilismo brasileiro que cobrisse a lacuna deixada desde o fim dos campeonatos monomarca (F-Ford, Chevrolet e Renault) que servisse de primeiro passo para a molecada saída do kart, que não necessariamente tem que pular de cabeça nos quase 250cv de um Fórmula 3. Iniciativa do empresário Marcos Galassi, do histórico construtor José Minelli e de uma série de parceiros e pessoas que acreditaram. Em agosto, surgiram as primeiras imagens do F-Inter, com sua válida mistura de tradição e tecnologia; simplicidade e mão de obra.

Bem mais do que um ano se passou até que se chegasse ao histórico momento do último fim de semana. Não porque algo tenha dado errado, muito pelo contrário. O projeto foi crescendo sem atropelos, o conceito apresentado em várias ocasiões e ganhou um padrinho de peso, na figura de Roberto Moreno. A ideia, para quem não sabe, é oferecer o pacote completo por preços bastante competitivos – e por pacote completo entenda-se preparação psicológica, auxílio nutricional e todo o trabalho extra-pista, que é para encaminhar as carreiras de forma séria e profissional, como os tempos atuais exigem.

Pois depois de inúmeros testes, melhorias e avanços, finalmente os sinais se apagaram para a primeira rodada dupla da história da categoria. Interlagos recebeu um grid ainda tímido (sete carros), mas era algo esperado, considerando que fim de temporada é momento de guardar o pouco que sobra e pensar no ano seguinte. Importante é considerar que muita gente foi ver, quem andou e viu gostou e as perspectivas são infinitamente melhores. Neste primeiro momento, os carros andaram com potência de 160hp, embora possam alcançar os 190, o que ocorrerá a partir do primeiro campeonato completo.

O interessante é que teve gente andando forte mesmo vindo do kart indoor, outros com muita experiência em outras modalidades, e o objetivo é justamente esse – diversão e aprendizado para todas as idades e níveis de pilotagem. Tenho certeza de que Galassi ouviu muitas vezes que era loucura, que não deveria insistir, e felizmente se manteve fiel a seus propósitos. Em tempo, parabéns a  Gustavo Coelho; Luiz Menezes Junior; Raphael Figueiredo; Marcelo Zebra; Alexandre Galassi; Marcelo Henriques e Pedro Aguiar. E que em breve tenha muito mais gente boa andando com eles…

finter

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